30 setembro 2017

Psicose


Oi gente, tudo bem? Hoje eu trago a resenha do livro que deu origem ao filme de Alfred Hitchcock e também à série Bates Motel, a obra foi publicada originalmente em 1959 por Robert Bloch, mas Hitchcock, ao ler a história, comprou todas as cópias do livro para que ninguém mais tivesse acesso à história e então produziu o filme. Loucura, não é?
  • Resenha:
Norman Bates tem 40 anos, é dono de um motel e numa noite nublada e chuvosa ele está sentado lendo um livro sobre psicologia. Sua mãe acorda mais rabugenta que o normal e começa lhe dizer verdades, por exemplo, que ele até hoje não conseguiu se tornar um adulto e que apesar de dizer que ele não é feliz gerenciando o Bates Motel ele nunca teve coragem de se mudar. Quando ele sente que vai enlouquecer a campainha do motel toca.

Marion Crane trabalha como assistente de um grande investidor que hoje fechou um negócio e lhe entregou uma maleta com quarenta mil dólares para que ela fizesse o depósito, mas ao invés de cumprir as suas ordens ela fez uma mala, trocou o seu sedan por uma lata velha, colocou a mala de dinheiro no porta malas e partiu em rumo à Fairvale para encontrar o seu amado.

Ela viveu para cuidar da irmã e da mãe desde os seus 17 anos, quando seu pai morrera num acidente, três anos mais tarde a sua mãe também faleceu, então passou a trabalhar para sustentar a sua irmã mais nova, Lila.

Há um ano atrás ela ganhou uma viagem em um cruzeiro e lá conheceu Sam Loomis, um residente de Fairvale que herdara uma loja do seu pai junto com mais de 20 mil dólares de dívida.

Ele prometeu a Marion que se casariam assim que ele pagasse todas as dívidas, então ela pegou o dinheiro pensando em ajudar o amado e garantir estabilidade financeira para ambos.

Acontece que ela se perdeu no meio do caminho e, ao ver o letreiro apagado do Bates Motel, ela decidiu que era hora de descansar. Norman logo a registra no motel e quando ela diz que está faminta ele a convida para ir jantar em sua casa.

Durante o jantar ele conta quão solitário é e comenta que a sua mãe enlouquece mais a cada ano e, quando Marion pergunta se não está na hora de interná-la, Norman se enfurece e isso acaba assustando a moça que se dirige ao seu quarto para tomar um banho antes de dormir.

Marion tira a roupa lentamente e entra no banho, o barulho dos jatos de água a impedem de ouvir a porta do banheiro se abrindo, o vapor faz com que ela perceba que alguém abriu a cortina do box, mas antes que ela possa enxergar o seu rosto por completo ela é decepada.

Norman estava observando Marion se despir através de um buraquinho na parede, então ouviu a porta do escritório se abrir, sua mãe fugira do quarto apesar de ele tê-lo deixado trancado.

Então ele adentra na suíte de Marion e vê a água misturada com sangue e então se depara com o corpo separado da cabeça da moça. Depois de apagar todos vestígios do crime, jogar os restos da moça e seu carro no pântano ele finalmente consegue dormir e, ao acordar vê a sua mãe ao seu lado.

Ela age como se nada tivesse acontecido e Norman decide que, pelo bem da querida mãe, deve assumir a responsabilidade pelo homicídio e fingir que a noite passada nunca aconteceu, mas isso não será tão simples quanto ele imaginava.

Robert Bloch
Importadora de livros S.A.
Psicose

Nenhum comentário:

Postar um comentário

DEIXE A URL DO SEU BLOG. Ás vezes eu demoro para responder por conta da faculdade. Seja respeitoso, caso contrário, o seu comentário será excluído! Obrigada pela visita :)